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Fundação Sinval de Castro - Fundação

        A criação da “Fundação Sínval de Castro” está diretamente relacionada com a escola Sinval de Castro sobre a qual se escreve com mais detalhes dentro das considerações sobre a Loja "Caridade II". A Escola é mantida pelo Grande Oriente do Brasil-GOB-Piauí, em regime de convênio com o Estado. A Escola é da Maçonaria, fundada, conforme é do conhecimento maçônico, pela ARLS Caridade II.Desde muitos anos, ela funciona com Professores da Secretaria da Educação do Estado e administrada pelo GOB-PI, estando à frente o Ir Joaquim Rodrigo Maia Ferreira de Carvalho:

        Por decisão do GOB-PI, passou a pagar um adicional ao salario dos Professores como incentivo ao Magistério, considerando o fato de que os salários pagos pelo Estado são relativamente baixos. Esse incentivo tem feito com que o professorado mantenha suas atividades de ensino ainda que as demais escolas estaduais paralisem seus trabalhos por força de greves reinvindicatórias de salários. A qualidade do ensino também tem feito a diferença, de tal forma que, nos períodos de matriculas, a comunidade realiza esforços para manter seus filhos naquela Escola, pois a demanda tem sido crescente.

        Ocorre que a manutenção desses benefícios de parte do GOB-PI vinha representando um ônus maior a cada ano em função da crise econômica e financeira que se abate sobre a sociedade e que, de modo indiscutivel, também se estende à comunidade maçônica, reduzindo as expectativas de alcance das metas orçamentárias da Instituição. Preocupado com tais fatos, o então Grão-Mestre Estadual,viu na criação de uma Fundação o melhor caminho para manter e melhorar os padrões de ensino da Escola, independentemente das condições das finanças do GOB-PI. Uma "Fundação" poderia vir a beneficiar a Escola e a comunidade, porque o seu quadro estudantil se constitui de quase 600 alunos distribuídos por três turnos. Trata-se de um número significativo para a Maçonaria e para a comunidade.

        A idéia foi discutida várias vezes nos altos escalões do GOB-PI, em particular nas reuniões do Grão-Mestre Estadual com seus Grandes Secretários, analisando-se todos os aspectos de formas e alternativas, além de definir tarefas para o efetivo inicio do projeto. Coube ao então Grande Secretário de Educação e Cultura, Irmão Adolfo Martins de Moraes, adotar as primeiras providências para a confecção de um "draft" de estatuto. Em poucas semanas já havia um modelo para análise e sugestões do grupo, com ativa participação do Eminente Grão-Mestre Estadual, Irmão José Leite Gondim cavalcante e também dos Irmãos Joaquim Rodrigo Maia Ferreira de carvalho, Elmano Ferrer de Almeida e Amadeu da Silva Barros. Após seguidas modificações, o projeto de Estatuto foi encaminhado ao Irmão Bernardo Sampaio para, na qualidade de Advogado no mundo profano, proceder as suas observações a respeito do projeto. O documento ficou pronto para a apreciação de uma futura Assembléia Geral.

        A "Fundação Sinval de Castro" foi fundada em Assembléia Geral constiuida por todos os Veneráveis do Estado mais os Grandes Secretários do GOB-PI, no Auditório do Grande Oriente Estaduial, as 16:00h do dia 30 de abril de 2000. A Assembléia Geral foi presidida pelo então Eminente Grão-Mestre Estadual, Irmão José Leite Gondim Cavalcante, com a presença do Presidente da Pod Assembléia Legislativa Maçônica, Irmão Manoel Monte Carvalho Filho e do Grão-mestre Adjunto, Irmão Antonio Odeon Batista. Na ocasião, ficou constituída a "Fundação Sinval de Castro", que teve aprovado o seu Estatuto, seguindo-se a eleição de sua primeira diretoria, assim constituida:

Primeira Diretoria
  • Presidente: Irmão José Leite Gondim cavalcante
  • Vice-Presidente: Irmão Antônio Odeon Batista
  • Superintendente: Irmão Adolfo Martins de Moraes.
  • Primeiro Conselho Curador: Membros efetivos